Se a sua empresa está em Belford Roxo, Nova Iguaçu, Mesquita, Duque de Caxias, São João de Meriti ou em qualquer outro ponto do Rio de Janeiro, uma decisão que você vai tomar (ou deixar de tomar) até setembro de 2026 pode impactar diretamente quanto sua empresa vai pagar de imposto a partir de 2027. Não estamos falando de um ajuste burocrático qualquer: estamos falando da adaptação do Simples Nacional à Reforma Tributária, e o prazo para se posicionar está mais perto do que parece.
O que está mudando, na prática.
A partir de 2026, o novo sistema tributário brasileiro começa a coexistir com o modelo atual. Os tributos federais estão sendo gradualmente substituídos pela CBS e pelo IBS, e mesmo quem está no Simples Nacional vai precisar decidir se permanece integralmente no regime simplificado ou se passa a recolher parte dos novos tributos pelo regime regular. Essa decisão não é automática: ela exige análise do faturamento, da margem de lucro, do tipo de atividade e de quem são os principais clientes da empresa (pessoa física ou pessoa jurídica).
Em nossa rotina de atendimento a empresas de Belford Roxo e região, já vemos negócios em que essa escolha pode representar uma diferença de milhares de reais por ano no total de tributos pagos, para mais ou para menos, dependendo de como a operação está estruturada.
O que acontece com quem não se prepara?
Empresas que deixarem essa análise para a última hora correm o risco de tomar uma decisão apressada, sem tempo de simular cenários ou ajustar a operação. O resultado mais comum nesses casos é pagar mais imposto do que o necessário, simplesmente por manter o enquadramento tributário que fazia sentido em 2025, mas que deixou de ser o mais vantajoso em 2027.
Um exemplo real do nosso dia a dia: uma prestadora de serviços de Nova Iguaçu, optante pelo Simples Nacional, atende majoritariamente outras empresas. Sem uma análise prévia, ela corria o risco de manter uma forma de recolhimento que a impedia de gerar créditos de IBS e CBS para seus clientes pessoa jurídica, o que a tornava menos competitiva frente a concorrentes já adaptados ao novo modelo.
Onde está a oportunidade?
Por outro lado, empresas que analisam a própria estrutura tributária com antecedência conseguem tomar decisões estratégicas: optar pelo regime que realmente reduz a carga tributária, ajustar a precificação com segurança e até ganhar competitividade diante de clientes e fornecedores que já buscam parceiros preparados para a nova realidade fiscal. Essa é uma diferença que aparece no caixa da empresa, mês após mês.
Como a Real Contábil atua
Acompanhamos de perto as definições do Comitê Gestor do IBS e da Receita Federal, e traduzimos essas mudanças em decisões práticas para empresários de Belford Roxo, Nova Iguaçu, Mesquita, Duque de Caxias, São João de Meriti e do Rio de Janeiro. Nosso trabalho envolve analisar o faturamento e o perfil de clientes de cada negócio, simular os cenários de enquadramento disponíveis e apontar, com números, qual caminho tende a ser mais vantajoso antes do prazo de setembro. Também apoiamos a gestão financeira e tributária contínua da empresa, para que essa decisão não seja isolada, mas parte de um planejamento consistente.
O momento de agir é agora.
Setembro pode parecer distante, mas a análise que antecede essa escolha leva tempo: reunir dados, simular cenários e ajustar a operação não é algo que se faz da noite para o dia. Quanto antes sua empresa entender o impacto real da Reforma Tributária no seu negócio, mais espaço terá para decidir com segurança, e não sob pressão.
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